Qliphothic Sphereworking Rites

In the Month ov Moloch I suggest that omni spherae conjuratio le start*
Current 218

V.K. Jehannum

This article will be finished incrementally, and it will include self-initiation rites for all ten spheres of the Qliphoth. Go to my website’s new “Qliphothic Self-Initiation” category every once in a while for updates on this and the previous article. Non-Qliphothic Sphereworkings and Pathworkings (i.e. Initiations through the Tunnels of Set) will be coming out soon, all free and publicly available forever (someone had to do this).

These rites use some chants that I did not write. Future updates to this article will include a source list, but for now, all non-original chants and formulae excluding those from The Book of Sitra Achra can be found in the magickal chants section of my website and often elsewhere on my blog with their sources cited.

Self-Initiation through a planetary sphere has the same basic effects regardless of whether said planetary sphere is accessed through the Sephiroth, Qliphoth, Tree of Wyrd, or even…

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I have a modest proposal | The House of Vines [Reblog]

The Way of the Transgressor is Hard

There’s a war of verbiage within paganism. It’s between those called hard polytheists who believe the Gods are real, live, individual Entities, and — I don’t know, everybody who doesn’t believe that, I guess.

In the post linked to below Sannion proposes that hard polytheists should go offline for the month of July. Since this war of logorrhea isn’t accomplishing anything or getting resolved whatsoever — just … say … nothing. I think this is a fine idea, and I’m a hard polytheist, but then it’s hard these days to find a sorcerer or magician who in a sense isn’t. That the Spirits are real is the in point of view in the magical world, as opposed to the pagan world, where things are just effed up beyond belief.

I don’t think such a war, waged with meandering masses of verbal treacle, could ever happen in the magical community. There…

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Magickal Hymn to the Infernal Divine

Instinctive Daemonic-Divine Goetia to call upom infernalis circle for the
exterior commands, completing the Qyinite-Qliphotic operative magick

V.K. Jehannum

Magickal hymns can be used as spiritual exercises in and of themselves, being recited for either guidance or self-empowerment, or they can be incorporated into rituals. This hymn calls out to some of the most prominent among the Infernal Divine.

First, the term Drakosophia is a moniker for the black magickal current which underlies all paradigms of LHP demon magick– from Traditional Demonolatry to Luciferian Atheism. It’s inspired by the term Theosophia, being the concept of a single undercurrent beneath all religion. This is not dualism– I am certain that Drakosophia is just the aspect of Theosophia that we of the Black Lodge work with together, whether we know it or not.

72 Spirits of the Goetia are entreated. The 72 once appeared to my mentor as a single dragon, and “Goetikon” is one of the invented magickal names I have consecrated for reference to this entity.

Thereafter, the 11…

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De Profundis: arregaçando as mangas pelo gótico nacional

Contraforma

Paraiso pra gente O Paraiso pra gente o que é que é? Um porãozinho, luzes apagadas, um palquinho, uma bandinha tocando e a gente ali ouvindo.

O alcance do trabalho de Eduardo “Morpheus” Affinito na cena gótica nacional extrapola São Paulo. Tendo morado parte de sua vida no Distrito Federal, sua história e sua atuação ajudaram a pavimentar a ponte entre as subculturas de São Paulo e Brasília, enriquecendo ambas ao estreitar laços entre os dois principais celeiros de bandas darks e góticas dos anos 1980 e 1990.

Muito antes do advento da internet, bandas obscuras do Planalto Central (como Lupercais, Pompas Fúnebres e Políbias) passaram a fazer parte do repertório paulistano graças às resenhas e matérias de seus vários zines (Gnose, Nada, Gothic Party, Atmosphere, Malké Havalah, De Profundis etc.). Além disso, Morpheus compartilhou fitas-demo, vídeos e contatos entre DJs e zineiros paulistanos, intermediando a aproximação entre agitadores culturais dos dois lados.

Essas…

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Uma bela coleção de militaria

Militaria uma interessante fórmula de lineamento histórico

Reliquiano

O Colecionador nasceu em um hospital que pertenceu a Força Pública de São Paulo, atualmente sob responsabilidade da Polícia Militar do Estado. Um dos seus avós serviu à mesma Força tendo trabalhado por muito tempo no Palácio dos Campos Elíseos, sede do Governo Paulista até 1965. Desde pequeno, o Colecionador gostava de brincadeiras com temas militares e via a série de TV “Combat” estrelada por Vic Morrow, produzida nos Estados Unidos de 1962 a 1967 e exibida no Brasil pelas TVs Excelsior e Record. Em 1959, quando a Marinha Brasileira comprou o Porta-Aviões Minas Gerais (A-11), o Colecionador fez uma réplica inspirada na embarcação. Na juventude, um dos documentários que mais lhe marcou foi Memórias da Segunda Guerra Mundial de Winston Churchill, exibido na época pela TV Cultura de São Paulo.

Para o Colecionador, a história sempre teve uma dimensão diferenciada. Há muitos anos, ele  teve que organizar os documentos de sua família para obter o…

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Central Caos: colecionismo, curiosidades, peças únicas e inusitadas

Relíquias da Nuvem Paulistana

Reliquiano

O Central Caos é um bar-antiquário de José Tibiriça Martins, conhecido como Tibira, e Cadu Paz. Nele podem ser encontrados itens de colecionismo, peças únicas e inusitadas, e muitas curiosidades.

Tibira teve sua infância marcada por robôs japoneses, bicicletas importadas, e carros e armas espaciais. Sua família não era rica, mas seu pai tinha facilidade para comprar brinquedos pois trabalhava na Zona Franca de Manaus. Tibira cuidava deles com extremo cuidado e aos 13 anos decidiu guardá-los em caixas que seriam colocadas na garagem de sua casa.

Algum tempo depois, sua avó descobriu as caixas e sem saber da importância deles, doou quase todos os brinquedos sem falar com Tibira. Sua mãe soube, mas não teve coragem de lhe contar. Ele descobriu o que havia acontecido no dia em que não encontrou as caixas. Apenas alguns carros Matchbox haviam sobrado. Alguns anos depois, já no início da década de 1970…

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