Baby Blood

Primeiro da saga de Emmanuelle Escourrou que se funde à personagem, evocando os seres lovecraftianos que aguardam submersos no mar sonhando com sua futura vida no planeta, Roger Placenta é o responsavel pela voz do ser, criando esse efeito gore francês, transfixando a personagem de seu alter ego o espírito que a toma e transfigura, e como aqueles que liberam o ectoplasma tem sua metaconsciencia transformada pelo ser, no caso o monstro que se alimenta de sangue

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